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26.05.2018 | 00h05

Saiba como identificar 12 sinais de velhice nos cachorros e os cuidados necessários

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É importante saber identificar os sinais de velhice nos cachorros para prevenir possíveis problemas de saúde. Assim, podemos nos preparar melhor para os cuidados que o cachorro idoso deverá receber neste momento em diante.

Por isso, listamos abaixo algumas mudanças que costumam ocorrer e sinais que devemos prestar atenção. Para que assim, possamos ajudar nossos amigos a enfrentar este processo de envelhecimento de forma mais suave e com mais dignidade, veja abaixo:


#1 Mudanças na alimentação

À medida que o cachorro idoso vai envelhecendo, o metabolismo dele também muda. Seu metabolismo vai ficando mais lento e suas necessidades calóricas diminuem, caindo para 20%.
Como o seu nível de energia diminui, suas atividades também desaceleram. Por esta razão, não devemos alimentar um cachorro idoso na mesma proporção de quando era jovem. Pois a obesidade canina é um dos maiores problemas de saúde em cães idosos, porque acarreta o surgimento ou agravamento de outras patologias. É recomendável também mudar a ração para uma ração própria para cachorros idosos. Sempre seguindo corretamente as recomendações de quantidade da embalagem.

#2 Mudanças nos pelos

Como os seres humanos, o cachorro idoso também passa por uma transformação na coloração dos seus pelos. Pelos brancos aparecem principalmente no focinho e ao redor dos olhos. Os pelos também ficam mais fininhos e sem brilho, podendo ser sintoma de deficiências nutricionais.

#3 Mudanças na pele

A pele do cachorro idoso também fica mais fina, menos elástica e mais sensível, podendo ser machucada mais facilmente. Alguns cães podem também desenvolver espécies de verrugas que não devem ser removidas a não ser que seja alvo de machucados frequentes.

#4 Aparecimento de calos

É muito comum o aparecimento de calos nos cotovelos de cachorros idosos de porte grande. Isto se dá devido a tendência à inatividade prolongada, permanecendo mais tempo deitados.
Você pode evitar isso providenciando uma caminha de cachorro macia, especialmente ortopédica, almofadas ou um simples colchonete. Isso vai diminuir o problema e aliviar os seus ossos já gastos pela idade. Cremes ou óleos próprios para cachorros idosos também ajudam a amaciar a região, aliviando a pele deles.

#5 Unhas quebradiças e patas espessas

Assim como ocorrem mudanças nos pelos, as unhas também mudam e ficam ressecadas e quebradiças. Por isso, devem ser aparadas com mais cuidado.
Uma vez que os cachorros idosos se exercitam menos, as unhas não se desgastam naturalmente como antes. As suas almofadas das patas também ficam ainda mais espessas e mais frágeis.

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#6 Dificuldade de mobilidade

Exatamente como acontece com os músculos dos seres humanos (se não forem usados se atrofiam), os cachorros idosos menos ativos também perdem tonicidade e massa muscular. Seus movimentos ficam mais difíceis de serem executados e, assim, eles passam a se movimentarem ainda menos, criando um círculo vicioso.
É muito importante manter uma forma de exercitar, como uma caminhada mais curtas, porém mais frequentes.

#7 Doenças dentárias

A doença dentária é a mudança mais comum nos cães idosos. Pesquisas mostram que, aos três anos, 80% dos cães mostram sintomas de doenças nas gengivas ou nos dentes.
É importante incluir na rotina do cachorro idoso pedaços de ossos verdadeiros e/ou de “couro” para que eles possam roer.

#8 Constipação ou prisão de ventre

Com o envelhecimento, a velocidade da digestão do alimento no aparelho digestivo diminui, resultando em prisão de ventre. A constipação causa dor ao defecar, especialmente em cães que possuem displasia de quadril ou da glândula anal. Laxantes ou dietas ricas em fibra podem ajudar, além de muita água sempre disponível.

#9 Deficiência das funções cardíacas

O coração a mesma coisa, à medida que o cachorro envelhece, ele fica menos eficiente. Suas válvulas perdem um pouco da elasticidade deixando de ser capaz de bombear a quantidade de sangue necessária num certo intervalo de tempo. Isso acaba contribuindo para uma deficiência de bombeamento. A válvula mitral é principal responsável nestes quadros, especialmente entre as raças de cachorro pequeno.
Entretanto, as condições mais severas podem ocorrer nos cães que já tiveram algum problema cardíaco quando jovens.

#10 Diminuição da capacidade pulmonar

Os pulmões também perdem sua elasticidade durante o processo de envelhecimento e com isso a capacidade de oxigenar o sangue também diminui. Alguns problemas cardíacos podem levar líquidos para os pulmões que, gradualmente, ocupam o espaço do ar tornando o cão ofegante e cansado.

#11 Incontinência urinária

A incontinência urinária é o vazamento de urina involuntária ou incontrolável da bexiga. É comum em cães mais velhos, especialmente em fêmeas castradas, que podem eliminar pequenas quantidades de urina da uretra enquanto estão descansando ou dormindo.

#12 Perda de visão

Muitos cães desenvolvem uma doença nos olhos chamada de esclerose nuclear. Ou seja, uma doença na qual a lente ocular fica enevoada. Apesar de não afetar a visão e o cão poder enxergar normalmente, ainda é uma doença. Na maioria das vezes, é confundida com catarata (que de fato afeta a visão), uma doença ainda mais comum em cães idosos de certas raças, assim como o glaucoma. 

*Página semanal com atualização aos sábados     
Texto de apoio e foto - vidanimal.com.br

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