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07.06.2018 | 13h00

Victório Galli nega aliança entre PSL e grupo de Pedro Taques por reeleição

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Após ter participado de um “chá com bolo” na casa do governador Pedro Taques (PSDB), juntamente com a juíza aposentada e pré-candidata ao Senado, Selma Arruda (PSL), o presidente estadual do PSL, deputado federal, Victório Galli, disse que o encontro não significa qualquer sinalização de aliança. As  especulações de apoio ao grupo do tucano surgiram porque o então pré-candidato ao governo da legenda, o ex-prefeito de Sorriso Dilceu Rossato, estaria disposto a abrir mão da disputa por causa da possível candidatura do colega, o ex-prefeito de Lucas do Rio Verde, Otaviano Pivetta (PDT).

Chico Ferreira

Deputado federal Victório Galli

Em entrevista à Rádio Capital FM, na manhã desta quinta-feira (7), Victório Galli disse que a especulação de coligação com o governador “não tem nada a ver” e que somente participou da reunião a pedido dos demais partidos considerados “nanicos” e membros da “frentinha”, que foram convidados por Taques.

“Eu não quis ir com os outros partidos. Foram os outros partidos que provocaram o encontro, a chamada frentinha. Ele [Pedro Taques] nos convidou pra conversar sobre política e, no PSL, nós somos educados, nós somos elegantes. Se o Wellington Fagundes também nos convidar, nós vamos ouvi-lo”, disse o político.

Leia também - Taques confirma encontro com Selma, mas nega convite para chapa

De acordo com Galli, apesar de já pensar em um "plano B" caso não haja candidatura majoritária no partido que coordena, ou seja, coligação com o candidato de outra sigla, não se sente confortável para fazer uma aliança com o atual governador.

A principal crítica que ele faz ao gestor é o fato da saúde não ter sido prioridade durante os últimos 4 anos. Galli, enquanto esteve na liderança da bancada federal de Mato Grosso, ajudou a articular o repasse de mais de R$ 80 milhões em emendas parlamentares para esta área, principalmente para a compra de equipamentos para o novo Pronto-Socorro de Cuiabá, obra ainda não conclusa.

Segundo o deputado, no encontro com o governador, este apresentou um relatório de suas atividades à frente do Palácio Paiaguás e ainda criticou sua equipe de comunicação por não divulgar todos os trabalhos realizados.

Galli ainda destaca que quem irá decidir se o PSL irá coligar com outro candidato majoritário, em caso de desistência de Rossato, será o presidente nacional e deputado federal Jair Bolsonaro, tendo como parâmetro a escolha de alguém que siga a mesma linha do grupo. “Quem estaria mais próximo seria uma cabeça de chapa que não tenha na coligação o PT e o PC do B. Essa vai ser nossa bússola, se eles forem pra direita, nós vamos pra esquerda”, afirmou. 

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