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29.11.2017 | 11h53

Comissão de Ética decide se investiga deputados delatados por Silval

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Marcos Lopes/AL

Saturnino Masson é o corregedor da Comissão de Ética da Assembleia Legislativa de Mato Grosso

O deputado estadual Saturnino Masson (PSDB) que é corregedor da Comissão de Ética da Assembleia Legislativa de Mato Grosso afirmou que até a próxima semana deve apresentar um posicionamento sobre o pedido de investigação contra os deputados que foram delatados pelo ex-governador Silval Barbosa (PMDB).

De acordo com informações obtidas pela reportagem, o pedido feito pelo Movimento Organizado pela Moralidade Pública e Cidadania (ONG Moral) pode não ser aceito, tendo em vista que o pedido tem que ser feito por uma pessoa física e não instituição.

"Estamos avaliando e estudando o pedido. Ainda não sabemos se vai ser aceito e a procuradoria da Casa está fazendo a análise da legalidade desse requerimento", disse Masson.

Na operação, deflagrada em setembro, após a delação premiada do ex-governador a Polícia Federal cumpriu mandados de busca e apreensão nos gabinetes de 8 deputados delatados por Silval sob acusação de recebimento de propina durante sua gestão. Foram levados computadores e documentos dos gabinetes da Assembleia Legislativa. Barbosa citou 15 dos 24 atuais parlamentares.

Os deputados Pedro Satélite (PSDB), Sebastião Rezende (PSC), Mauro Savi (PSB), Gilmar Fabris (PSD), Romoaldo Junior (PMDB), Guilherme Maluf (PSDB), Baiano Filho (PSDB), Dilmar Dal’Bosco (DEM) e José Domingos Fraga (PSD) aparecem na lista dos beneficiados com a propina que era destinada para não investigar a atuação do governador. O deputado estadual Ondanir Bortolini, o Nininho (PSD) é acusado de negociar propina para conseguir a concessão da rodovia estadual MT- 130 que hoje é pedagiada.

Os deputados Wagner Ramos (PSD), Silvano Amaral (PMDB) e Oscar Bezerra (PSB) são citados cobrando propina para aprovar as contas do último ano de gestão de Silval e também de pedir dinheiro para não envolver o ex-governador na investigação feita pela Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) das Obras da Copa. Daltinho (SD) aparece como chantagista na delação.

De acordo com a declaração, o parlamentar que era suplente na época, teria gravado os colegas falando sobre o recebimento do mensalinho e depois coagido os outros deputados para que ele permanecesse no cargo. Botelho por sua vez é acusado de receber vantagem indevida paga pela empresa FDL, que prestava serviços de gravames de veí- culos ao Departamento Estadual de Trânsito de Mato Grosso (Detran/MT).

A Comissão deve investigar principalmente os deputados que foram alvos da Operação e tiveram suas propriedades e gabinetes vistoriados. Mas o presidente da Comissão, deputado Leonardo Albuquerque (PSD) disse que o pedido tem como alvo os 15 parlamentares que tem mandato nesta legislatura.

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