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04.03.2018 | 09h46

Prova de vida; o que você precisa saber para receber aposentadoria

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Os aposentados e pensionistas que não fizeram a prova de vida há mais de um ano tinham até dia 28 de fevereiro para regularizar a situação com o INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) e não ter o benefício suspenso. Com o término do prazo, é preciso tomar outras medidas para reativas a aposentadoria.

Veja tudo o que você precisa saber sobre a prova de vida:

O que é?

A prova de vida é uma exigência do governo federal para que os aposentados e pensionistas recebam a aposentadoria. Ela é necessária para todos os brasileiros que recebem por conta corrente, conta poupança ou cartão magnético.

Quando é realizada?

Normalmente as agências bancárias determinam as datas que são mais convenientes. É possível que seja realizada no mês do aniversário do beneficiário, no do aniversário da conta ou um mês antes do vencimento da última Comprovação de Vida realizada. A única exigência é que seja realizada uma vez por ano.

Como é a prova de vida?

O beneficiário deve ir até a agência bancária em que recebe a aposentadoria e apresentar um documento original com foto. Algumas agências também podem utilizar o cadastro biométrico para comprovar a vida dos aposentados.

Em casos de doenças ou dificuldade de locomoção, a prova de vida deve ser realizada por um procurador, previamente cadastrado no INSS. As informações para realizar o cadastro estão no site oficial do INSS.

Qual é o prazo?

Os beneficiários que não fizeram a prova de vida há mais de um ano foram convocados até dia 28 de fevereiro de 2018.

Perdi o prazo. E agora?

Não comprovar a vida para o INSS implica na suspensão do pagamento do benefício. Neste caso, o aposentado e pensionista deve ir até uma agência do INSS para regularizar a situação. Lá, ele vai precisar apresentar um documento com foto e solicitar a reativação da conta, bem como o pagamento reatroativo do período que a conta está suspensa.

Temer

O presidente Michel Temer é uma das pessoas que já teve o benefício suspenso por não realizar a prova de vida. Temer é aposentado desde os 55 anos como procurador do Estado de São Paulo e recebe do INSS R$ 20 mil mensais. Em fevereiro deste ano o presidente regularizou a situação e voltou a receber a aposentadoria, bem como o valor reatroativo dos meses em que o benefício estava suspenso.

 

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