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13.06.2018 | 19h20

Relatório de gestão demonstra ampliação nos investimentos da saúde em 2018

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Fotos: Divulgação/Secom-VG

Após fechar o ano de 2017 com quase 30% das Receitas Correntes aplicados na Saúde Pública, Várzea Grande volta a ampliar o volume para essa área considerada essencial, tanto que no primeiro quadrimestre de 2018, os repasses atingiram R$ 49.823,4 milhões ante R$ 41.701,8 milhões arrecadados nos quatro primeiros meses do ano passado, um aumento de 19,47% comparativamente.

Este foi um dos principais argumentos utilizados pelo secretário de Saúde de Várzea Grande, Diógenes Marcondes durante a audiência pública para apresentar o balanço municipal com a execução financeira e o relatório das atividades do setor, apresentado aos vereadores conforme a Lei Federal nº 141/2012, que trata sobre os valores mínimos a serem aplicados pela União, Estados e Municípios em ações e serviços públicos de Saúde.

A previsão orçamentária anual da Saúde em Várzea Grande é de R$ 141 milhões. O secretário municipal de Saúde, Diógenes Marcondes, explica que do total aplicado e que soma R$ 49,823,4 milhões arrecadados, R$ 24.657.2 milhões são de recursos próprios da arrecadação municipal demonstrando o compromisso da prefeita Lucimar Sacre de Campos com o setor, que juntamente com a Educação, Obras, Social e Segurança norteiam as principais ações da administração municipal.

Entre os destaques do relatório, estão os investimentos no setor de alta tecnologia, na garantia de exames de imagem e laboratório da média e alta complexidade. Foram investidos em equipamentos médicos hospitalares, mobiliários em geral e equipamentos de informática R$ 2,5 milhões provenientes de emendas parlamentares e cerca de R$ 420 mil de contrapartida do município. O secretário lembrou que parte destes recursos ficaram paralisados desde 2002.

“Neste quadrimestre, investimos mais em setores que ainda não haviam sido contemplados visando melhorar a qualidade no atendimento, com equipamentos de última geração em exames de imagem. Ano passado focamos nas reformas, abertura de novos serviços, na rede física. E agora com a reorganização da Rede de Serviços estamos focados na resolutividade dos atendimentos com mais eficiência e segurança, no suporte ao atendimento médico. Por exemplo temos no Pronto Socorro exames de ressonância magnética e equipamentos que garantem o diagnóstico preciso, rápido e necessário para que os médicos possam fazer um tratamento e precisão e ampliem as chances de salvar vidas, sem precisar transferir o paciente para outras unidades”.

Outro destaque apontado no relatório, foi o grande número de atendimentos realizados entre os meses de janeiro a abril nas unidades de Atenção Secundária como as cinco Policlínicas, Centro de Especialidades Médica e a UPA Ipase. Neste período foram realizados 94.277 atendimentos. Destes somente na UPA Ipase foram 57.489 atendimentos.

Para Diógenes Marcondes a unidade obteve a credibilidade dos usuários na solução de seus problemas, por isso da alta procura e principalmente a resolutividade das enfermidades.

“A UPA Ipase foi considerada pelo Ministério da Saúde como referência Nacional no atendimento e resolutividade, o que vem garantindo uma assistência de qualidade e compromissada com todas as pessoas que a procuram”, destacou Diógenes Marcondes.

Outro ponto positivo, que é reflexo já da reorganização da Rede de Serviços e o aumento da oferta, são os números do Hospital e Pronto Socorro. “A unidade hospitalar neste primeiro quadrimestre obteve 40.473 atendimentos ambulatoriais, que corresponde uma média de 337 atendimentos pacientes/dia. No mesmo período do ano passado foram 45.148 atendimentos, apresentando uma redução de 4.675 atendimentos, que elevava a média para 360 pessoas/dia. Essa redução é devido a otimização dos serviços prestados na rede de saúde pública principalmente na UPA Ipase, o que evitou internações desnecessárias no Hospital Pronto Socorro que é uma unidade de Urgência e Emergência, fora os serviços da Atenção Primária que foram reorganizados e têm apresentado bons resultados na saúde preventiva”

Já na Saúde Bucal, houve avanços nos atendimentos, após a inauguração no mês de abril passado, do Centro Odontológico “Joaquim Mendes de Carvalho. Neste quadrimestre os atendimentos realizados somaram 15.758 atendimentos na Atenção Primária e Secundária da Saúde Bucal. Estes atendimentos foram realizados nos quatro Centros de Saúde; 6 unidades de Equipes Saúde da Família, no Centro de Referência Especializado em Assistência Social (CRAS), Centro de Ressocialização (Cadeia Pública), 5 Clínicas de Atenção Primária, no Serviço de Atendimento Especializado (SAE/CTA), na UPA Ipase, Hospital Pronto-Socorro e na mais recente unidade, o Centro Odontológico.

“Aumentamos os locais de atendimentos em procedimentos da Atenção Primária em Saúde Bucal, para que os munícipes sejam atendidos mais próximos de suas casas. A porta de entrada para estes atendimentos são as unidades básicas. Lembrando que temos duas unidades atendendo 24 horas em Saúde Bucal, no Hospital Pronto Socorro e UPA Ipase.

O Centro Odontológico funciona por meio de regulação, onde o paciente tem tratamento integral. Outro dado importante é que o Centro Odontológico, funcionando desde o dia 10 de maio já realizou 3.703 atendimentos, sendo que destes 45%, correspondem ao tratamento completo e finalizado. O que significa que a saúde pública de Várzea Grande desenvolve um gerenciamento diferente, humanizado, dinâmico com enfoque no atendimento de pessoas que são usuárias do Sistema Público de Saúde do município”, explicou Diógenes Marcondes.

A prestação de contas abordou questões orçamentárias, a gestão de custos, auditorias, ouvidoria, indicadores de saúde e hospitalares, além dos serviços prestados. As despesas empenhadas neste quadrimestre correspondem aproximadamente 52% do orçamento anual, que são de despesas de caráter contínuo e que foram empenhados no início do ano para suprir as necessidades da secretaria no decorrer do exercício de 2018.

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