Memória | Gazeta Digital

Sábado, 23 de junho de 2018, 00h00

Memória


Mas tem gente que ainda se lembra da campanha de 2014, quando Mauro Mendes, apesar da aliança partidária que existia, por debaixo dos panos, preferiu apoiar Wellington Fagundes ao Senado, o que teria contribuído para a desistência de Jayme de tentar a reeleição. E o ex-senador tem sido alertado sobre isso.

Sintonizados

Titular da Secretaria de Estado de Fazenda, Rogério Gallo também acertou o placar da partida. Assim com o prefeito Emanuel Pinheiro (MDB), que mostrou estar, pelo menos no quesito futebol, na mesma ‘sintonia‘ que o chefe do Ministério Público Estadual, o procurador Mauro Curvo.

Ex-governadores

A edição deste domingo (24) do jornal A Gazeta traz a continuidade da série de reportagens sobre os ex-governadores de Mato Grosso. O repórter Pablo Rodrigo conta, dessa vez, como foi a gestão Júlio Campos (DEM), que comandou o Estado entre 1983 e 1986.

Tranquilidade

Só que dessa vez, Mendes é que está na ‘casa‘ de Jayme, que anda bem confiante do resultado que pode atingir nas urnas. Em um áudio recente, que circula pelo WhatsApp, o ex-senador afirma: ‘quem perde qualquer coisa se sacanear, é ele. Quem tem 30% da pesquisa para senador sou eu. Sachetti tem 4%‘.

Aliados?

O estranho disso tudo, no entanto, é ver tanta desconfiança entre os, supostos, aliados. Afinal, quando pessoas se juntam em um mesmo partido, em um mesmo projeto de eleição, o eleitor imagina que tenham opiniões convergentes e que estejam dispostas a apoiar uma a outra para conseguir atingir esses objetivos. Se no período de pré-campanha já está assim, o esperar, caso o resultado nas urnas seja positivo?

Clima azedando

Quando Jayme Campos e Mauro Mendes se juntaram num mesmo partido, muita gente estranhou a aliança, dada às críticas públicas que um fez ao outro, anos antes. Agora os dois pretendem estar juntos numa mesma chapa majoritária e, com tanta proximidade assim, pelo que se comenta nos bastidores, o clima começou a azedar. Além do episódio da contratação do marketing da campanha, a busca por mais aliados tem potencial para colocar os democratas em pé de guerra.

Espaço

Segundo fontes democratas, por enquanto, Mendes está tentando fazer Carlos Fávaro recuar da candidatura ao Senado para haver espaço na composição para o PSD - que já tem uma conversa adiantada com o também pré-candidato ao governo Wellington Fagundes (PR).
O recuo de Fávaro é necessário porque uma das vagas ao Senado já está garantida para Jayme Campos e a outra está sendo negociada com Adilton Sachetti (PRB), aliado antigo de Mendes.
 

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