Devassa | Gazeta Digital

Sexta, 19 de maio de 2017, 00h00

Devassa


Em meio à discussão, Janaina Riva acusou Jajah de cometer irregularidades com a verba indenizatória de R$ 65 mil, repassando o valor para o ‘deputado detentor do mandato’, no caso, Wilson Santos, atual secretário de Estado de Cidades. Em nota, Wilson disse que solicitará à Assembleia Legislativa que conceda uma certidão apontando para quem foi paga a verba indenizatória entre 21 de novembro de 2016 e 10 de abril de 2017, período em que ficou afastado do Parlamento para assumir o comando da Secid. O deputado licenciado Wilson Santos sugere ainda à deputada Janaina Riva colha o depoimento sobre o assunto não só do deputado Jajah Neves, mas também do atual presidente do Tribunal de Contas do Estado, que foi seu suplente na Assembleia no ano de 1993, e ainda o membro da igreja Assembleia de Deus e ex-deputado José Magalhães, o qual também assumiu como seu suplente em 2000 no cargo de deputado federal.

Otimismo

Quem está distante, bem distante do clima cinzento e tempestuoso de Brasília é o ministro da Agricultura, Blairo Maggi, que está em agenda oficial no Oriente Médio, em busca de novos mercados para recuperação da economia brasileira. Blairo, no entanto, diz que está atento aos acontecimentos políticos do Brasil, mas, diante da crise, profere palavras de otimismo: “Recordo do que meu pai André Maggi sempre me dizia: não há crise que resista ao trabalho. Temos que olhar para frente e continuar a lutar por melhorias. Vamos manter a esperança e o foco!”

Temor

O deputado federal Adilton Sachetti (PSB) está temeroso de que seu nome apareça em delações dos executivos do frigorífico JBS, uma vez que recebeu R$ 50 mil em doação de campanha eleitoral de 2014, segundo ele próprio afirmou em entrevista à Rádio Capital FM.
 “Eles colocaram R$ 50 mil na minha conta. Doação oficial de campanha como manda a lei, mas, nessa hora, eles não separam ninguém e põem todo mundo como se fosse bandido!”, afirmou.

MT no meio

Cuiabá surge como pano de fundo para um dos ápices do esquema de propina envolvendo o Grupo JBS e interlocutores do presidente Michel Temer. Dono da Usina Termelétrica de Cuiabá desde 2015, o empresário Joesley Batista combinou de pagar propina de R$ 500 mil semanais para o deputado Rodrigo Rocha Loures, que intermediaria benefícios à JBS junto ao Comitê de Defesa Econômica.

Berlinda

O presidente Michel Temer falou grosso e usou até um tom de voz incompatível com o seu estilo sóbrio durante o pronunciamento de ontem. A gravidade da situação exigia que sua postura corporal fosse mais incisiva, na tentativa de defender e segurar o pouco que resta de seu governo. Apesar de tentar demonstrar força, o presidente sabe que vai se deparar com uma debandada na sua base de sustentação no Congresso Nacional, algo que ele foi construindo gradativamente pensando nas votações das reformas. Sem o respaldo político necessário para governar, não haverá saída. Se Temer conseguir domar esse furacão, terá sido o político mais habilidoso da história.

Tática

O deputado Jajah Neves (PSDB) pretende acionar a colega de parlamento Janaina Riva (PMDB) por quebra de decoro, após intenso bate-boca na sessão da última quarta-feira. Jajah provocou a ira da deputada ao citar novamente o ‘Caso da Camisola’, dizendo que ela própria compartilhou imagem íntima e por isso não deveria se sentir humilhada. Ainda cutucou o passado da família Riva e ironizou sua tentativa de instaurar uma CPI. O deputado usou a tática do jogador que ataca para forçar o cartão vermelho do rival.

Poucas & Boas

A deputada estadual Janaina Riva (PMDB) afirma ter recebido uma certidão encaminhada pelo coordenador do Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), promotor Marcos Bulhões dos Santos, dizendo que os telefones da parlamentar não foram grampeados pelo sistema guardião sob tutela do Gaeco.

***

A criação da denominada Frente Parlamentar do Vale do Rio Cuiabá, formada por vereadores de seis municípios da referida região metropolitana (Cuiabá, Várzea Grande, Nossa Senhora do Livramento, Chapada dos Guimarães, Santo Antônio de Leverger e Acorizal), começou a ser discutida, durante reunião na Câmara de Vereadores de Cuiabá. A ideia é que o grupo ganhe forma jurídica nas próximas semanas.

***

O ex-prefeito de Alto Paraguai (200 km de Cuiabá), Alcenor Alves de Souza, foi condenado pela Justiça, por diversos atos de improbidade administrativa, relacionados ao exercício de 2002. Dentre os atos de improbidade administrativa imputados ao ex-prefeito estão: emissão de cheques sem provisão de fundos; despesas com obras sem o devido processo licitatório, pagamento de diárias de forma incorreta e sem comprovantes.
 

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