Para refletir | Gazeta Digital

Quarta, 26 de abril de 2017, 00h00

Para refletir


Logo após toda a repercussão que colocou em lados opostos Governo do Estado e Tribunal de Contas do Estado, o advogado e filiado ao PSDB, Eduardo Mahon, fez a seguinte publicação em sua página no Facebook: “Num debate, ao contrário do que se costuma pensar, não vence o que tem razão e sim o que demonstra maior equilíbrio”... Seria um recado aos envolvidos?

Metralhadora

Para o governador, com isso, o TCE está se “permitindo rebaixar mais uma vez”. “A primeira vez aconteceu quando permitiu as negociatas de venda de vagas, antes veladas e agora reveladas por denúncias que pipocam a todo lado. Ali teve de tudo pra ocupar vaga, até Conselheiro hereditário. A segunda vez foi quando permitiu que todas as negociatas do Governo Silval (antes supostas e agora expostas) acontecessem embaixo das suas barbas, seja por conivência ou por incompetência”. Taques ainda insinuou que Joaquim queria acessar CPFs para avaliar potenciais doadores de campanha.

Fora do MP

Depois de comunicar o seu pedido de exoneração do Ministério Público de Minas Gerais, o ex-secretário de Segurança Pública de Mato Grosso, Fábio Galindo, foi cogitado como possível candidato às eleições de 2018, em uma suposta “dobradinha” com a juíza Selma Rosane Santos Arruda. “Não tenho projeto político para 2018. Não sou ameaça e risco à nenhuma pessoa ou grupo. Decidi me dedicar a estudos e posteriormente à iniciativa privada. Minha honra é meu bem mais precioso, herança de meus pais, e na sua defesa não medirei energia!!!”, declarou ele em sua página no Facebook. Galindo pediu exoneração para estudar em Harvard.

Resposta

Antonio Joaquim não deixou por menos as declarações do governador. “O sr. Governador, a meu ver, está está gastando munição com alvo errado. (...). O Sr. Governador precisa ter a humildade para entender que não é dono do Estado e não pode e nem deve querer ficar definindo a agenda das outras instituições. (...). A sua arrogância não me assusta. Estamos em uma democracia”. Joaquim ainda afirmou “estranhar a reação esgarçada” de Taques por se tratar de um ex-integrante do Ministério Público.

Adeus à guerreira

A esposa do deputado federal Adilton Sachetti, Rose Sachetti, faleceu nesta segunda-feira (24). Deixou 3 filhos e 4 netos e também o exemplo da luta árdua contra o câncer. Rose se agarrou a todas as possibilidades existentes, sem fraquejar. Nossos sentidos aos familiares e amigos da ex-primeira-dama de Rondonópolis.

Guerra declarada

O clima esquentou, e não foi pouco, entre o presidente do Tribunal de Contas do Estado, conselheiro Antônio Joaquim, e o governador Pedro Taques (PSDB), depois que a Corte de Contas anunciou que ingressaria na Justiça para obter dados sobre as exportações registradas em Mato Grosso. Taques partiu para o ataque, aodizer que o TCE estaria sendo usado como “puleiro” eleitoral para Antônio Joaquim, auto-declarado candidato, que estaria promovendo ações “politiqueiras, midiáticas e desprovidas de valor real”.

Poucas & Boas

A suspeita do Ministério Público Estadual (MPE), autor da denúncia contra os 17 réus na ação penal, é que Alan Malouf ajudou a lavar dinheiro desviado dos cofres do Estado na desapropriação de um terreno 55 hectares no bairro Jardim Liberdade, em Cuiabá.

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O imóvel foi desapropriado pelo Estado no valor de R$ 31 milhões enquanto estava avaliado em R$ 17,8 milhões. Posteriormente, as investigações da Polícia Civil, por meio da Delegacia Fazendária (Defaz) e do Ministério Público, apontaram que a diferença de R$ 15,8 milhões foi propina cobrada pelos integrantes da organização criminosa, chefiada pelo ex-governador Silval Barbosa (PMDB). Nesse contexto, o MP afirma que outros agentes públicos e empresários denunciados também ajudaram a lavar o dinheiro oriundo de crime de corrupção.

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Três testemunhas de defesa arroladas por advogados dos empresários Alan Malouf e Valdir Piran, ambos processados numa ação penal que tramita na 7ª Vara Criminal de Cuiabá por crimes investigados na 4ª fase da Operação Sodoma, foram ouvidas nesta terça-feira (25) pela juíza Selma Rosane Santos Arruda.

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Uma delas, Beatriz D’ Ambros, funcionária do Buffet Leila Malouf, do qual Alan é um dos sócios, confirmou que o ex-secretário de Fazenda, Pedro Nadaf, também réu no processo, foi o beneficiário de 2 notas emitidas com valores entre R$ 7 e R$ 8 mil cada uma, emitidas em 2015, apesar de ele não ter ministrado as palestras com dicas empresariais conforme foi selecionado dentre outros profissionais.
 

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