PMDB e PSDB de MT se esquivam; PT diz que já sabia | Gazeta Digital

Quinta, 18 de maio de 2017, 08h28

LAVA JATO

PMDB e PSDB de MT se esquivam; PT diz que já sabia

Keka Werneck, repórter do GD


A Gazeta

Bezerra e Leitão lideram PMDB e PSDB no Estado. Ságuas é deputado petista

O deputado federal Carlos Bezerra, presidente do PMDB em Mato Grosso, atendeu a uma ligação do Gazeta Digital, no início da manhã desta quinta-feira (18), por volta das 7h40, alegando estar dentro do avião, embarcando para Brasília, onde vai acompanhar de perto o desenrolar das denúncias que começaram a repercutir ontem envolvendo o presidente peemedebista Michel Temer.

"Estou embarcando, não posso falar agora", resumiu o deputado, desligando o celular.

Denúncia envolvendo Temer e o senador tucano Aécio Neves está atraindo líderes partidários à Brasília, onde o dia será "quente".

O presidente do PSDB no Estado, Nilson Leitão, não atendeu o celular. Os tucanos ainda não comentaram sobre os mandados de busca e apreensão na casa e gabinete do senador Aécio Neves, um dos líderes da sigla e ícone do discurso anti-corrupção que movimentou as ruas do país pelo impeachment da ex-presidente petista Dilma Roussef.

Na delação de Joesley Batista, ele apresentou gravação de conversa em que Aécio aparece pedindo R$ 2 milhões em propina, a serem entregues a um primo.

O Supremo Tribunal Federal (STF), diante da denúncia, determinou o afastamento do senador Aécio e deve analisar o pedido de prisão contra o tucano feito pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot.

Já o deputado federal petista, Ságuas de Moraes, atendeu ao Gazeta Digital, no início desta manhã, e comentou, de Brasília, sobre os ânimos na sessão de ontem na Câmara Federal. Ele e outros parlamentares de oposição ao Temer fizeram um protesto no plenário erguendo um cartaz com os dizeres: "Eu já sabia".

"Estava falando bem na hora em que chegou a bomba ao plenário", relata.

Segundo Ságuas, o protesto "eu já sabia" se refere aos áudios com falas do ministro do Planejamento, senador licenciado Romero Jucá, em que ele fomentava pacto para deter avanço da Operação Lava Jato. Isso em maio de 2016.

"Tem que resolver essa porra. Tem que mudar o governo para estancar essa sangria", disse Jucá, que, após o vazamento, negou fazer qualquer coisa para obstruir o andamento das investigações da Lava Jato.

O plenário do Senado aprovou dia 31 de agosto do ano passado, por 61 votos favoráveis e 20 contrários, o impeachment de Rousseff.


 

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