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27.09.2018 | 15h21

Cuidados com os pets para evitar ingestão de plantas nocivas

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A estação mais florida do ano começou e, com ela, além das cores e das temperaturas mais altas, chega também um cuidado extra com o seu animalzinho de estimação. Isso porque os jardins começam a brotar variedades e, curiosos, muitos pets querem ver de perto o que está acontecendo e acabam ingerindo folhas e plantas que podem não fazer bem.

Para uma boa convivência entre um jardim bem cultivado e animais de estimação - sem sustos e sem visitas imprevistas ao veterinário - é preciso dar uma atenção especial ao comportamento do seu pet para que, se necessário, algumas adaptações sejam feitas. Animais são, por característica comum, curiosos e sempre estão cheirando e conhecendo as novidades da casa e dos caminhos por onde passeiam. Isso é natural. No entanto, se apresentarem, por exemplo, mal-estar, acabam ingerindo plantas para aliviar o desconforto.

Se o animal estiver com problemas como gastrite ou indigestão, por exemplo, ele vai procurar, de forma instintiva, folhas que aliviem esse mal-estar. Algumas plantas também podem provocar alergias, mesmo sem a ingestão. Basta o contato físico e, animais com pele mais sensível, podem apresentar coceiras, inchaços e vermelhidão. A melhor forma de prevenir, sem precisar se desfazer delas, é coloca-las em vasos mais altos, longe do acesso dos pets.

Os cuidados precisam ser tomados não só dentro de casa, mas também no caminho do passeio diário. Algumas plantas mais tóxicas, como açafrão de outono, azaleia, beladona, bico-de-papagaio, comigo-ninguém-pode, copo-de-leite, hortênsias, lírios, mamonas e tulipas são comuns também em jardins de rua e podem provocar complicações cardiovasculares, paralisia, coceira, irritação, asfixia, dores abdominais, vômitos, entre outros problemas, inclusive, a morte.

Mas não há porque se desesperar: tudo é questão de atenção e cuidado. Algumas plantas são totalmente atóxicas para os animais de estimação e podem ser cultivadas sem problemas. É o caso da grama natural, da erva-cidreira, da camomila, da erva do gato, do milheto, do azevém, do manjericão e da hortelã. Estas duas últimas, inclusive, funcionam também como repelentes naturais de insetos, evitando que seu animalzinho seja picado e tenha quadros alérgicos.

Em caso de ingestão de alguma planta desconhecida, procure imediatamente auxílio veterinário. Não force o vômito do animal, porque, essa ação pode agravar o caso e provocar também fissuras na garganta do bichinho. Mantendo a atenção e o amor de sempre nos cuidados com os animais de estimação, a convivência com a primavera será feliz e cheia de passeios que eles adoram.

René Rodrigues Junior é médico veterinário da Magnus, fabricante de alimentos para cães e gatos.

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