Cuiabá, Quarta-feira 26/09/2018

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01.07.2018 | 00h00

Estratégia...

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No que diz respeito à ‘blindagem‘ da imagem do prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), a estratégia da base governista de abrir três CPIs - algumas delas para investigar praticamente a mesma coisa de outras - ainda precisa de muitos ajustes para dar certo. A manobra ficou tão na cara, que o desgaste que seria do prefeito acabou recaindo sobre os vereadores.

...errada

O que os parlamentares também não contavam é que a instalação de uma dessas CPIs acabaria prejudicando os planos deles próprios. Segundo o que dizem por aí, o grupo de 13 vereadores que apoiava uma eventual candidatura de Mizael Galvão à presidente da Mesa Diretora já está rachado. Isso porque nele estariam, tanto vereadores que assinaram a CPI contra Gilberto Figueiredo, quando o próprio vereador socialista.

Nada de divisão

Presidente do PP em Mato Grosso, o deputado federal Ezequiel Fonseca anda preocupado com as afirmações na imprensa e nos bastidores da política de que o partido ainda está rachado quanto às eleições deste ano. Segundo o progressista, a decisão tomada há cerca de um mês de apoiar a pré-candidatura de Wellington Fagundes (PR) continua de pé e não existe a menor possibilidade de o partido, ou parte dele, ainda apoiar a reeleição do governador Pedro Taques (PSDB).

Mudando...

Por falar em governador Pedro Taques, o tucano anda um tanto esquecido dos discursos que fazia no início do mandato ou quer mostrar que as pessoas podem, sim, mudar de opinião. A questão controversa da vez é quanto ao ‘tamanho do Estado‘. Antes defensor de um ‘enxugamento‘ da máquina, Taques agora diz que quem fala sobre isso - leia-se seus adversários - não conhece a realidade de Mato Grosso.

...de novo

Aliás, quando questionado nesta semana sobre críticas que o presidente da Assembleia, Eduardo Botelho (DEM), teria feito à sua gestão, o governador disse que o democrata, como aliado, tinha todo direito de apontar o que acha errado. Mas Taques já mostrou que isso só vale para os aliados. Quando Mauro Mendes, por exemplo, ‘virou a casaca‘, as críticas dele deixaram de valer. Será que o mesmo vai ocorrer no caso de Botelho?

Delação

Apontado nas investigações do Ministério Público Estadual como o homem que teria intermediado o suposto pagamento de mais de R$ 2 milhões em propina para o ex-secretário de Estado Paulo Taques, o empresário José Kobori, ex-diretor da EIG Mercados, estaria prestes a firmar um acordo de delação premiada.

Esquema

Entre as suspeitas do MP que Kobori pode vir a esclarecer, caso se confirme a delação, estaria um esquema de envio dos recursos desviados do Detran para a Bolsa de Valores, numa tentativa de lavagem do dinheiro.

Recurso

Segundo quem percorre os bastidores do Judiciário, foi por conta do passo adiantado no sentido de efetivar o acordo de colaboração, que a defesa de Kobori pediu a retirada de um recurso do empresário da pauta de julgamento da última sessão plenária do Tribunal de Justiça, na quinta-feira (28).
 

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